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Aguçando o olhar profissional nas garatujas. 

Olá! Essas dicas é para você que acabou de se graduar e está buscando consolidar suas práticas. Espero auxiliar. Afinal, a educação é continuada e estamos aprendendo até o final do nosso ciclo vital. 

Campinas/SP - Autora: Alexandra Gomes Barreto

1) Procure exemplos de produção artísticas de um grupo de crianças dentro da faixa etária de 1 a 4 anos. Observe a variedade de expressão representada. Classifique as garatujas em: desordenadas, controladas e com atribuição de nomes. Faça comparações entre os desenhos produzidos. Lembre-se que o olhar científico é uma ferramenta indispensável em toda formação acadêmica, faça uso do seu olhar pesquisador e observe: O uso do espaço, o controle do traço, a pressão ao traçar, o tipo de forma utilizada pela criança, o material que foi oferecido...

Agora continue suas investigações porém com a hipótese na expressão de personalidade, idade e preferência de cores, variabilidade, audácia, timidez, dos movimentos repetitivos de expressar formas, tamanho das garatujas...

2) Faça sua experiência empírica, se têm alguma criança que possa acompanhar a progressão das garatujas escreva um projeto e acompanhe a produção da criança reunindo material, durante 12 meses. Combinar com os pais, explicar que é para seu desenvolvimento profissional, combinar com a criança, datar cada desenho, anotar quaisquer comentários que a criança expressar sobre a garatuja ou desenho ao realizar a atividade. Tenha post-it para registrar observações sobre o tempo da atenção infantil, sobre materiais usados, montante de concentração ou distração, movimentos e técnicas usadas e as reações emocionais da criança, mantenha tudo sempre organizado um a um. Construa um campo de observação referencial compare as anotações com a coordenação motora da criança, em outros momentos como ao come, ao se vestir, as capacidades motoras que já adquiriu. Formular conclusões das três fontes de informação (as de produção de garatujas e desenhos, as anotações de tempo etc e o comportamento) sobre o desenvolvimento da criança. Lembre-se consulte os teóricos clássicos: Piaget, Wallon, Vygotsky e relacione a faixa etária objeto do seu estudo e os dados de campo. 

3) Observe a motivação da criança, ao dar nomes às garatujas ou desenhos. Faça comparação entre uma garatuja feita, quando ela realizou sozinha seu trabalho, com outra, que ela ela tenha sido motivada na orientação de seu pensamento, interação social com você. 

4) Observação de atividade em grupo de crianças que trabalham com argila ou massinha. Ver se aquelas que modelam formas ou figuras também atribuem nomes às suas criações. Como se relaciona isso, às garatujas dessas mesmas crianças?

5) Observar, várias vezes, as crianças que pintam com paletas. Faça uma lista da sequência das cores e quantidade de tinta que usam. Realize uma intervenção e mude o sistema de sequência de cores das tintas, na paleta, observe se houve alguma variação no processo de usam as tintas. Faça intervenção experimental na consistência das tintas com três texturas diferentes, faça uma duas semanas sim e outra semana não. Registre se as crianças fazem quaisquer comentários ou se existe qualquer relação entre a consistência da tinta e o tempo que as crianças dedicam à pintura.

6) Quando surgir o desenvolvimento de uma forma humana anote e observe o seu desenvolvimento e os comentários realizados pela criança. Acompanhe a evolução do desenho registrando em seu projeto. Observe a prevalência na mão se direita ou esquerda na produção.

Mais dica como planejar sua pesquisa. Material completo para pesquisa.

1)Planejamento seccional cruzado: diferentes grupos;
2)Planejamento longitudinal: mesmas pessoas durante um período de tempo;
3)Planejamento sequencial: combina os dois anteriores.

Escolha de sujeitos. Coleta de informação dos sujeitos: como avaliá-los?
1)Observação: O que observar? Onde observar? Como registrar as observações?
2)Questionários, Entrevistas, Oficina....

Análise dos dados escore da média para combinação de grupos, grupo de referência...

Correlação: observar a relação entre duas variáveis separadas.

Bibliografia:

LOWENFELD, V.; BRITTAIN, W. L. Desenvolvimento da capacidade criadora. São Paulo: Mestre Jou,1977.

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